Meu ser...
Meu
ser, hoje é um fantasma;
Que
vaga pelas ruas adormecidas da existência;
Em
busca dos antigos templos da consciência.
Meu
corpo está imóvel;
Somente
meus dedos deslizam sobre o teclado do piano;
E
desenganado meu ser não está mais a tocar;
E
desnorteado;
Busca
palavras para rezar.
Sozinho,
meu ser não encontra nem mesmo um olhar.
O
vento sopra trazendo de volta um antigo brinquedo;
Um
antigo lugar;
Pessoas
a me afagarem...
Márcia Garcia de Carvalho
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