Sepultamento
Sepulta
o corpo,
que
a muito está flagelado,
Vaga
a alma por lúgubres castelos adormecidos,
Sepulta
o corpo,
mas
o gosto de sangue pisado permanece,
e
por portas desertas,
o
eu suplica o recomeço,
reconhece
marcas de ultraje e terror,
desesperado
como ator,
da
tragédia infinita da existência,
Esta
sepultada desde a tenra mocidade,
Prolonga
a dor....
Sepulta....
Márcia
Garcia de Carvalho17/05/03
Nenhum comentário:
Postar um comentário