segunda-feira, 24 de outubro de 2011


Sepultamento




Sepulta o corpo,
que a muito está flagelado,
Vaga a alma por lúgubres castelos adormecidos,
Sepulta o corpo,
mas o gosto de sangue pisado permanece,
e por portas desertas,
o eu suplica  o recomeço,
reconhece marcas de ultraje e terror,
desesperado como ator,
da tragédia infinita da existência,
Esta sepultada desde a tenra mocidade,
Prolonga a dor....
Sepulta....


Márcia Garcia de Carvalho17/05/03


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