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Sou
Chão
de esperança,
Noite
enluarada,
Sou
o som distante do violão,
Lágrimas
de alegria,
Sou
o velho casarão,
Hoje
quase sem vida...
Sou
a terna canção da despedida...
Sou a ausência,
E a
presença,
A
vida,
paralela as estradas da morte,
paralela as estradas da morte,
A
escuridão em meio a luz...
Márcia
Garcia de Carvalho05/06/02
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