Terno Lar
A
vida mata a morte,
Porém
a morte jamais vence a vida,
Apesar
da dor e despedida,
Há
um céu azul a brilhar,
Há
um doce e terno lar,
Ouçam
uma criança a chorar, pela mãe que partiu e deixou lembranças,
Mas
a criança para de chorar pois vê o sol a brilhar,
A
flor nascer,
A
alegria e esperança de crescer,
Florescer
como os Ipês na primavera,
E
ao chegar o inverno abriga-se em seus sonhos,
E
luta para alcança-los,
E
ao florescer de uma nova primavera,
Sua
luta se torna flores,
Suas
dores em amores,
Sua
solidão é transformada em amizade,
Na
imensidão do infinito,
Há
um céu azul a brilhar,
Há
um doce e terno lar.
Márcia
Garcia de Carvalho 20/04/2000
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