domingo, 23 de outubro de 2011

Um vulto surge ao longe...


Um vulto surge ao longe...




Um vulto surge ao longe,
Do meu sonho,
Eternidade,
Atordoada,
Vejo que este vulto sou eu,
Eu,
Distante de mim mesma...

E distante estou,
Perto da luz,
Estou perto do sonho,
E longe da cruz,
Distante da dor,
E perto do amor...

A luz me leva ao auto- conhecimento,
O conhecimento me faz desafiar,
O desafio me faz lutar,
Contra conceitos materialistas,
Encontro a mais pura espiritualidade,
Questiono crenças,
Religiões,
Sou humanista da luz,
Sou condenada mas luto,
E sou absolvida pela minha consciência,
Apesar da minha condenação,
Pregarei minha crença e religião...

Envolta por uma luz,
Buscarei Jesus,
Nunca deixarei de crer,
Nesta luz que me faz viver,
Encontrarei cada vez mais meu ser,
E em cada estrela e corpos celestes,
Buscarei esta luz,
Pois nesta luz está a paz que o mundo busca,
A paz que hoje sinto,
A paz concentra-se em todos,
E em tudo, basta buscá-la,
Eternidade terrena,
Próspero futuro de amor
Os homens devem buscar,
O amor e paz que encontrei,
Serem seres coerentes,
E ver na vida a eternidade,
Religião, crença,
Misticismo, questionamento,
Descobertas e poesias,
Que nos fazem viver,
Condenando-me á renuncia,
De minhas crenças,
Mas a minhas crenças não renunciarei,
Irei crer no que creio...

 Márcia Garcia de Carvalho 2/09/1992     

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