Um vulto
surge ao longe...
Um
vulto surge ao longe,
Do
meu sonho,
Eternidade,
Atordoada,
Vejo
que este vulto sou eu,
Eu,
Distante
de mim mesma...
E
distante estou,
Perto
da luz,
Estou
perto do sonho,
E
longe da cruz,
Distante
da dor,
E
perto do amor...
A
luz me leva ao auto- conhecimento,
O
conhecimento me faz desafiar,
O
desafio me faz lutar,
Contra
conceitos materialistas,
Encontro
a mais pura espiritualidade,
Questiono
crenças,
Religiões,
Sou
humanista da luz,
Sou
condenada mas luto,
E
sou absolvida pela minha consciência,
Apesar
da minha condenação,
Pregarei
minha crença e religião...
Envolta
por uma luz,
Buscarei
Jesus,
Nunca
deixarei de crer,
Nesta
luz que me faz viver,
Encontrarei
cada vez mais meu ser,
E
em cada estrela e corpos celestes,
Buscarei
esta luz,
Pois
nesta luz está a paz que o mundo busca,
A
paz que hoje sinto,
A
paz concentra-se em todos,
E
em tudo, basta buscá-la,
Eternidade
terrena,
Próspero
futuro de amor
Os
homens devem buscar,
O
amor e paz que encontrei,
Serem
seres coerentes,
E
ver na vida a eternidade,
Religião,
crença,
Misticismo,
questionamento,
Descobertas
e poesias,
Que
nos fazem viver,
Condenando-me
á renuncia,
De
minhas crenças,
Mas
a minhas crenças não renunciarei,
Irei
crer no que creio...
Márcia Garcia de Carvalho 2/09/1992
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